Lisboa, minha Lisboa,
que de mim não és nada,
e a mim me és tanto!
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
Olho com a vista, vejo com os olhos!
Quando olho para ti,
és bonita,
quando te vejo,
não encontro a beleza!
és bonita,
quando te vejo,
não encontro a beleza!
Rica de sentimentos
Hoje não escrevo nada de jeito,
Mas escrevo porque quero gastar palavras,
Quero gastar sentimentos,
Tirá-los de mim,
Vê-los aqui,
Em papel, e tentar perceber se fazem sentido
Se se conjugam,
De onde vieram
E para onde irão.
Do por ao para!
O que sente,
É mais por todos,
Do que para todos.
O que sente por
É o que cada ser humano
Que consigo co-habita a faz sentir,
O que sente para,
É o que de si dá,
Àqueles que de si merecem algo.
É mais por todos,
Do que para todos.
O que sente por
É o que cada ser humano
Que consigo co-habita a faz sentir,
O que sente para,
É o que de si dá,
Àqueles que de si merecem algo.
Onde te quero
Ressuscita em mim por favor,
A ti que te sabes aqui,
Desejo-te a ti,
Aqui,
Onde já moraste,
Onde cresceste,
Viveste
E morreste.
Aqui,
Tu e aquele que és,
Aqui,
Onde mais ninguém nos vê,
Aqui,
Quente e amparado,
Aqui,
No fundo de tudo,
Protegido por tudo,
Amado por cada parte do meu ser,
Por cada ser dentro do meu ser,
Por cada amor em cada ser,
Que eu contigo sei ser.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
O cheio dentro de mim!
Queria apenas ter força para se mexer um pouco, para lutar contra a inércia que se apossava de si!
Sentia-se cada vez mais vazia e simultaneamente cheia, pois aquele vazio incómodo ocupava um espaço tal, que nem conseguia consigo!
De uma ponta à outra, de um tempo a outro estava cheia de vazio!
Aquele vazio preenche-a de tal modo que não mora ali qualquer outra coisa.
Todo o espaço é ocupado pelo nada e é isso que lhe dói.
Toca-se e sente todo o vazio,
tenta tocar-se ao de leve, mas frustrada a tentativa,
consegue sentir ainda melhor o vazio.
Queria arranjar algo para ocupar o espaço do vazio!
Estava difícil isso! Era exigente e muito indecisa!
Que contradição esta, como muitas mais que se assomavam.
Contudo, já estava habituada a viver no meio de contradições.
Descobriu certo dia que andava a percorrer o caminho errado!
A procura a que, em certos momentos, se dedicava era completamente inútil.
O objectivo pelo que tenta reunir força para lutar, mostrou-se o mais absurdo.
Tinha que mudar de rumo, antes de encontrar o algo, tinha que descobrir como fazer o vazio sair.
Esquecera-se já, do espaço que este ocupava,
de tão imenso que era e tão pequena que a fazia sentir.
Sentia-se cada vez mais vazia e simultaneamente cheia, pois aquele vazio incómodo ocupava um espaço tal, que nem conseguia consigo!
De uma ponta à outra, de um tempo a outro estava cheia de vazio!
Aquele vazio preenche-a de tal modo que não mora ali qualquer outra coisa.
Todo o espaço é ocupado pelo nada e é isso que lhe dói.
Toca-se e sente todo o vazio,
tenta tocar-se ao de leve, mas frustrada a tentativa,
consegue sentir ainda melhor o vazio.
Queria arranjar algo para ocupar o espaço do vazio!
Estava difícil isso! Era exigente e muito indecisa!
Que contradição esta, como muitas mais que se assomavam.
Contudo, já estava habituada a viver no meio de contradições.
Descobriu certo dia que andava a percorrer o caminho errado!
A procura a que, em certos momentos, se dedicava era completamente inútil.
O objectivo pelo que tenta reunir força para lutar, mostrou-se o mais absurdo.
Tinha que mudar de rumo, antes de encontrar o algo, tinha que descobrir como fazer o vazio sair.
Esquecera-se já, do espaço que este ocupava,
de tão imenso que era e tão pequena que a fazia sentir.
Viagem de comboio II
Hoje esperou pelo pica,
não quis ser interrompida.
O que quer escrever é importante.
Quer escrever o que sente,
neste dia gelado,
e molhado.
Toda a noite choveu,
toda a noite o sono se escondeu,
nem o cansaço venceu!
Foi noite de memórias,
noite de chuva dentro de si,
Foi noite que lembrou dia,
noite de sentimento e fantasias.
Durante a noite,
no meio do assalto de sentimentos,
que trouxeram lágrimas,
molhando mais que a chuva,
não conseguiu escrever,
não pensou sequer!
Escreve agora,
num local neutro,
onde a chuva acontece lá fora do comboio,
e dentro de si,
e o seu choro são as pingas fortes na janela.
Aqui sente-se mais que sozinha,
sente-se apenas alguém,
um alguém que não chora,
não sorri,
mas sente toda a alma chorar.
Observa entre duas longas lágrimas na janela,
as árvores correrem pelos campos,
pensa que as pessoas são como as árvores:
passam por si a correr,
e nem dizem olá!
Encosta a cara na janela gelada,
sentindo o vidro plano e rígido,
e ouve as árvores cantarem,
consegue distinguir uma voz mais fina,
uma voz jovem,
que se está formando ainda,
não tendo a vitalidade de todas as outras ainda,
mas uma voz forte,
que chega ao coração dos que sentem.
A voz mostra-lhe o caminho,
mostra-lhe que ela também passa pelas árvores,
conduzida por alguém exterior a si,
mas passa por elas, entre os campos cobertos de lágrimas,
passa por muitas árvores,
e nem diz olá!
não quis ser interrompida.
O que quer escrever é importante.
Quer escrever o que sente,
neste dia gelado,
e molhado.
Toda a noite choveu,
toda a noite o sono se escondeu,
nem o cansaço venceu!
Foi noite de memórias,
noite de chuva dentro de si,
Foi noite que lembrou dia,
noite de sentimento e fantasias.
Durante a noite,
no meio do assalto de sentimentos,
que trouxeram lágrimas,
molhando mais que a chuva,
não conseguiu escrever,
não pensou sequer!
Escreve agora,
num local neutro,
onde a chuva acontece lá fora do comboio,
e dentro de si,
e o seu choro são as pingas fortes na janela.
Aqui sente-se mais que sozinha,
sente-se apenas alguém,
um alguém que não chora,
não sorri,
mas sente toda a alma chorar.
Observa entre duas longas lágrimas na janela,
as árvores correrem pelos campos,
pensa que as pessoas são como as árvores:
passam por si a correr,
e nem dizem olá!
Encosta a cara na janela gelada,
sentindo o vidro plano e rígido,
e ouve as árvores cantarem,
consegue distinguir uma voz mais fina,
uma voz jovem,
que se está formando ainda,
não tendo a vitalidade de todas as outras ainda,
mas uma voz forte,
que chega ao coração dos que sentem.
A voz mostra-lhe o caminho,
mostra-lhe que ela também passa pelas árvores,
conduzida por alguém exterior a si,
mas passa por elas, entre os campos cobertos de lágrimas,
passa por muitas árvores,
e nem diz olá!
Viagem de comboio I
Quer escrever, desesperadamente!
Desespera por escrever, não escrevendo o que a desespera.
Sente que só a escrita lhe confortará a mente,
a alma será pedir de mais.
Quer aqui, depositar em palavras,
todos os sentimentos que carrega.
Carregando dentro de si a força dos sentimentos
no seu auge,
esmaga as palavras que encontra,
umas escondem-se,
outras morrem,
algumas suicidam-se.
A inspiração tarda a chegar,
quando vem!
Segue o seu rumo,
nesta união de palavras banais,
as únicas que sobram,
as que ainda restam no seu cérebro.
Sente-se tremendamente confusa
e no meio destes maus-tratos do coração
e do cérebro,
anda uma alma grande,
confusa até ao último pormenor!
Aí vem o pica...
Mais um devaneio interrompido,
Mais um desabafo incompleto,
Mais uma quebra na alma.
Como tudo o que acontece na sua vida,
isto poderia ter sido mais,
muito mais,
Mas perdem-se aqui muitas palavras.
Na tentativa de recuperar o pouco que escreveu,
Olha através da janela do comboio,
O Outono passa-se do outro lado desta,
Inspira-a,
tanto que gostaria de inspirar aquele Outono,
Viver a queda das folhas das árvores,
Acordar com o vento pouco brando,
Pintar a alma da sua cor melancólica,
Seguir a vontade da exposição,
expondo a escrita,
na procura das mais harmoniosas palavras,
no sentido de,
aqui compor a força dos seus sentimentos.
Contudo, o Outono esconde algo,
não a deixando encontrar a harmonia.
Pensa que talvez sejam as folhas,
que gritam tanto quando caem que chamam o vento,
ou talvez as árvores se abanem com o frio,
deixando cair as folhas mais maduras,
as que podem já viver sem os seus ramos,
ou apenas as que já estão velhas para viver nos mesmos.
O outono exalta em si mais sentimentos,
sentimentos estes que não descodifica,
já passaram por si,
deixaram uma marca leve,
e uma lembrança nula.
Desespera por escrever, não escrevendo o que a desespera.
Sente que só a escrita lhe confortará a mente,
a alma será pedir de mais.
Quer aqui, depositar em palavras,
todos os sentimentos que carrega.
Carregando dentro de si a força dos sentimentos
no seu auge,
esmaga as palavras que encontra,
umas escondem-se,
outras morrem,
algumas suicidam-se.
A inspiração tarda a chegar,
quando vem!
Segue o seu rumo,
nesta união de palavras banais,
as únicas que sobram,
as que ainda restam no seu cérebro.
Sente-se tremendamente confusa
e no meio destes maus-tratos do coração
e do cérebro,
anda uma alma grande,
confusa até ao último pormenor!
Aí vem o pica...
Mais um devaneio interrompido,
Mais um desabafo incompleto,
Mais uma quebra na alma.
Como tudo o que acontece na sua vida,
isto poderia ter sido mais,
muito mais,
Mas perdem-se aqui muitas palavras.
Na tentativa de recuperar o pouco que escreveu,
Olha através da janela do comboio,
O Outono passa-se do outro lado desta,
Inspira-a,
tanto que gostaria de inspirar aquele Outono,
Viver a queda das folhas das árvores,
Acordar com o vento pouco brando,
Pintar a alma da sua cor melancólica,
Seguir a vontade da exposição,
expondo a escrita,
na procura das mais harmoniosas palavras,
no sentido de,
aqui compor a força dos seus sentimentos.
Contudo, o Outono esconde algo,
não a deixando encontrar a harmonia.
Pensa que talvez sejam as folhas,
que gritam tanto quando caem que chamam o vento,
ou talvez as árvores se abanem com o frio,
deixando cair as folhas mais maduras,
as que podem já viver sem os seus ramos,
ou apenas as que já estão velhas para viver nos mesmos.
O outono exalta em si mais sentimentos,
sentimentos estes que não descodifica,
já passaram por si,
deixaram uma marca leve,
e uma lembrança nula.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Querer
Não seria quem é se não tivesse passado por tanto e não passará por muito se não quiser ser mais do que é!
Ser português é viver saudade!
Saudade do tempo em que,
não mais era, que um sorriso
e um coração quente.
não mais era, que um sorriso
e um coração quente.
Composição (descomposição)
E aqui está mais uma, ou apenas outra,
página que espera por si.
Espera a sua dedicação,
as suas palavras gravadas a tinta,
levemente,
para não ferir com palavras o material.
Uma página que recebe o fruto da sua divagação nocturna,
ou poder-se-à dizer, madrugadora.
Cada letra é sentida como um toque leve e harmonioso no seu todo.
A mancha de tinta aumenta quando a mente não quer parar,
tudo o que "vê" na sua mente,
a página sente!
O mais pequeno pormenor é tido em conta,
para que, mais tarde,
concedendo-lhes a liberdade de se soltarem,
viajarem para outro mundo,
descobrindo que encobrem as frustrações do ser.
Aqui, nesta página, mata os sentimentos.
Coloca-os numa exposição estranha,
invade-os de tal forma,
que quando a tinta se acaba,
as letras brincam entre si,
numa composição, ou descomposição,
tão natural como o Ser que formam em palavras.
página que espera por si.
Espera a sua dedicação,
as suas palavras gravadas a tinta,
levemente,
para não ferir com palavras o material.
Uma página que recebe o fruto da sua divagação nocturna,
ou poder-se-à dizer, madrugadora.
Cada letra é sentida como um toque leve e harmonioso no seu todo.
A mancha de tinta aumenta quando a mente não quer parar,
tudo o que "vê" na sua mente,
a página sente!
O mais pequeno pormenor é tido em conta,
para que, mais tarde,
concedendo-lhes a liberdade de se soltarem,
viajarem para outro mundo,
descobrindo que encobrem as frustrações do ser.
Aqui, nesta página, mata os sentimentos.
Coloca-os numa exposição estranha,
invade-os de tal forma,
que quando a tinta se acaba,
as letras brincam entre si,
numa composição, ou descomposição,
tão natural como o Ser que formam em palavras.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Saudade
Quer amar-se de novo e sentir a neve na pele, o frio nos ossos e a solidão saudável na alma.
domingo, 31 de outubro de 2010
Enterrado mas mexe!
Algo a que não dava significância ficou ali enterrado no seu coração pequeno e de chumbo, pensa ela.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
She
Shes still waiting for something.
Cannot think in anything else.
Would love to stop, or to be stoped.
Todays she had the confirmation.
Its sure that the "something" it's not going to happen,
but still,
she has some hope and still dream.
She dream's during the day and during the night.
Her life became a dream with some cold moments of reality.
Does she really knows what is reality?
Still, she still want to think that this beautiful dream will become a reality.
She is waiting for so long,
Should already had quit that.
But its stronger than her.
The feeling is becoming bow so deep.
She will not be able to stop it,
Needs to be stoped!
Cannot think in anything else.
Would love to stop, or to be stoped.
Todays she had the confirmation.
Its sure that the "something" it's not going to happen,
but still,
she has some hope and still dream.
She dream's during the day and during the night.
Her life became a dream with some cold moments of reality.
Does she really knows what is reality?
Still, she still want to think that this beautiful dream will become a reality.
She is waiting for so long,
Should already had quit that.
But its stronger than her.
The feeling is becoming bow so deep.
She will not be able to stop it,
Needs to be stoped!
Etiquetas:
depois ela e por último,
ela.,
Primeiro ela
Cá de dentro!
Sinto uma coisa cá dentro!
Toca-me na alma delicadamente,
mas faz muita pressão!
Paro, olho, oiço, espero e continuo a sentir.
Sinto sempre,
Sinto-o sempre.
Invade-me tudo, vira-me ao contrário, ostra-me um mundo novo.
Na busca da compreensão de tudo isto,
perco-me,
na brutalidade do sentimento.
Tenho o mundo à minha volta a apertar-me,
a diminuir-me.
Sinto o poder deste sentimento dentro de mim,
Sinto que me vai fazer explodir.
Será pequeno o abalo no mundo,
Fatal em mim.
Toca-me na alma delicadamente,
mas faz muita pressão!
Paro, olho, oiço, espero e continuo a sentir.
Sinto sempre,
Sinto-o sempre.
Invade-me tudo, vira-me ao contrário, ostra-me um mundo novo.
Na busca da compreensão de tudo isto,
perco-me,
na brutalidade do sentimento.
Tenho o mundo à minha volta a apertar-me,
a diminuir-me.
Sinto o poder deste sentimento dentro de mim,
Sinto que me vai fazer explodir.
Será pequeno o abalo no mundo,
Fatal em mim.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
O verdadeiro abismo...
Detesta ver páginas em branco que não sabe como preencher, acabando por se perder na imensidão da cor branca!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Não, ainda não. Mas seremos!.
Benção de finalistas, antes de haver finalistas. Sempre a trocar a ordem às coisas!
Voando...
Enquanto ela se sente a mais sortuda do mundo, contemplando as nuvens e a paisagem lá em baixo, onde ainda é de noite e tudo tem que ser iluminado, muitos ainda dormem. Uns no conforto, outros na pobreza. Muitos ainda, dormem na ignorância.
Seria este um motivo para se sentir feliz? Ou altura de o sentir?
Bem,a verdade é que, nunca estivera tão alto. Nas nuvens mesmo!
Seria este um motivo para se sentir feliz? Ou altura de o sentir?
Bem,a verdade é que, nunca estivera tão alto. Nas nuvens mesmo!
Querer é poder!
Sabia desde o início que não poderia ter o que queria. No entanto, era imensamente feliz por saber que o que tinha,quisera-o!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Good speaker
After a long and non understandable monologue:
-What do you mean?
-Bla, bla, bla.
Sorry I cannot understand you, and I'm in a hurry, can we speak later?
-Oh sorry, I just know arabic or english!
-What do you mean?
-Bla, bla, bla.
Sorry I cannot understand you, and I'm in a hurry, can we speak later?
-Oh sorry, I just know arabic or english!
sexta-feira, 12 de março de 2010
Cheira melhor que a imperial!
António sempre soube que não precisava preocupar-se com Marialva nas suas noitadas! Ela enfrascava-se em casa e na rua nada a embebedava! Já eram muitos frascos de perfume!
terça-feira, 2 de março de 2010
Saber quem é!
Maria Júlia adorava o seu nome. Era a única lá da terra! Das poucas vezes que o ouvia, sabia que era a ela que chamavam!
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Pequenez
Gilberto não conseguia olhar-se ao espelho. Sentia-se profundamente revoltado! O espelho estava muito acima da sua altura!!!
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Caminhos errados
Dizia-se que Mário andava por maus caminhos! Prova disso era o rapaz chegar a casa com os sapatos cobertos de lama todas as tardes!
Rosa rosita
Rosa era moça simpática. Fazia jus ao nome, bonita e delicada, mas se lhe tocassem onde não deviam, picava bem forte!
Sumo de tomate
O António da freguesia do Tomates, gabava-se de ser muito homem! Dizia sempre às meninas lá da terra : Aqui não há quem melhor dignifique esta terra!
Caminhar sem seguir o caminho!
Será que há na vida um caminho mais certo ou mais errado? Anita não o sabia, sabia sim, que andava por muitos caminhos errados, certos, eram só caminhos! O que lhe interessava era o lugar a que davam lugar o fim dos caminhos. Se não era lugar para a sua pessoa, metia-se por outro caminho, chegaria a outro lugar.
A culpa não era dos caminhos, era sim, dos lugares.
A culpa não era dos caminhos, era sim, dos lugares.
A negação do sinal positivo!
Não queria ser apenas mais um, mas a vida estava contra ele. Nasceu sendo mais um, tem vivido nesta sociedade como mais um e é mais um daqueles que quer ser mais que mais um.
Ser ou não ser?
Tudo o que Rosa sonhara que seria, nunca foi! Tudo o que foi, nunca sequer tinha ela pensado!
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Doida
Saudade doída. Dói fundo.
Saudade do que ainda não foi e do que um dia será, mas não do que já foi!
Saudade do que ainda não foi e do que um dia será, mas não do que já foi!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Brincando com a vida.
Quando lhe perguntavam se era pintora, dizia que não, apenas brincava com as tintas!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Direito de pensar!
Luísa era conhecida lá na terra por estudar direito e de tanto estudar direito, acabou cedo o curso de farmácia!
O desporto da vida!
Mariana decidiu-se pelo desporto. Está mesmo preparada mentalmente para começar a correr. Tem que fazer algo por ela, chega de passar tempos e tempos sem sequer um pequeno passo apressado. Vai correr pelos seus sonhos!
domingo, 7 de fevereiro de 2010
A bomba da cozinha!
Ela preparou o seu primeiro molotoff, capaz de matar mais gente que um cocktail molotov!!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Senteimento
Sente-se vazia! Sente o vazio! Sente-se feliz! Ora, apesar de o sentimento não ser o melhor, sente! Essa capacidade não lhe tiram.
Saudade orgásmica!
Ela sentia uma falta áspera daquelas mãos quentes, tocando-a de modo inexperiente. Derretia-se em sorrisos ao lembrar-se da insegurança vinculada nas perguntas frequentes.
Nunca ela pensara vir a sentir saudades dos momentos em que teve que assumir dupla personalidade com ele. A de jovem quando se tratava da língua e a de adulta quando se tratava do sexo. Adora recordar esse tempo. Consegue ainda sentir os orgasmos de quando misturava a língua com o sexo.
Nunca ela pensara vir a sentir saudades dos momentos em que teve que assumir dupla personalidade com ele. A de jovem quando se tratava da língua e a de adulta quando se tratava do sexo. Adora recordar esse tempo. Consegue ainda sentir os orgasmos de quando misturava a língua com o sexo.
domingo, 31 de janeiro de 2010
...
Mariana sentia-se confusa, lembrava-se da semana anterior. Como tudo pode mudar num espaço de horas, ou dias!!!
Queria colocar tudo isso para fora, mas não encontrava as melhores expressões. Andava às voltas, sentia-se cansada e aborrecida. Não sabia o que era pior, cansaço ou aborrecimento. Talvez o aborrecimento.
Tentava abstrair-se e só pensava em coisas impossíveis, bem, não impossíveis, mas talvez coisas difíceis.
Estava tão preenchida de sentimentos que não sabia por onde começar. Talvez pelo facto de sentir um vazio muito grande no seio daquela família que a não percebia. Queria voltar a sair dali, aquela não era a realidade dela. Não conseguia ficar ali muito tempo, mas também tinha medo do que a esperava na sua cidade habitual. A sua cidade maravilhosa! Tem tantos sonhos novos. Tantos sonhos para juntar a todos os outros pelos quais não correu atrás.
Queria colocar tudo isso para fora, mas não encontrava as melhores expressões. Andava às voltas, sentia-se cansada e aborrecida. Não sabia o que era pior, cansaço ou aborrecimento. Talvez o aborrecimento.
Tentava abstrair-se e só pensava em coisas impossíveis, bem, não impossíveis, mas talvez coisas difíceis.
Estava tão preenchida de sentimentos que não sabia por onde começar. Talvez pelo facto de sentir um vazio muito grande no seio daquela família que a não percebia. Queria voltar a sair dali, aquela não era a realidade dela. Não conseguia ficar ali muito tempo, mas também tinha medo do que a esperava na sua cidade habitual. A sua cidade maravilhosa! Tem tantos sonhos novos. Tantos sonhos para juntar a todos os outros pelos quais não correu atrás.
Nublado
Tem tanto para dizer, e quer trocar palavras, ou não, quer fazer troca de palavras, trocadilhos!
Não consegue, sente a confusão instalar-se. Não consegue ver para além do nevoeiro que se instala, mas está ainda acordada o suficiente para perceber que a confusão vem em formato de nevoeiro.
Não consegue, sente a confusão instalar-se. Não consegue ver para além do nevoeiro que se instala, mas está ainda acordada o suficiente para perceber que a confusão vem em formato de nevoeiro.
Pequeno pequenino
Sentia-se a mais no seu corpo. Não era suposto, pois com tanto treino deveria sentir-se firme, encorpado e mais confiante.
Sentia-se pequeno, um pequeno insecto.
Sentia-se pequeno, um pequeno insecto.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Espertalhona
Teresa era muito esperta, sabia o que dizer e quando o dizer, só não sabia como o dizer. Não era portanto muito inteligente.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Mudança, ou falta dela!
Mariana não percebia. Já aguardava esta situação, mas custava-lhe a querer que tudo permanecia igual. Umas horas foi bom, passado um dia tudo era igual. Sentia que nunca tinha deixado aquele espaço e aquelas pessoas. Mais que tudo sentia que tinha que fazer tudo para mudar e para conseguir muito mais. No entanto já não sabia se este muito mais era algo que realmente queria, se seria apenas sair daquele sitio, fazer qualquer coisa em qualquer outro sitio.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Eixos
Ela está preparada, mais que preparada. Só espera que tudo corra pelo melhor.
Tudo vai correr sobre eixos, ela sabe que no fim tudo acaba bem. :)
Tudo vai correr sobre eixos, ela sabe que no fim tudo acaba bem. :)
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Comida
Ela tem uma fome.
Bem capaz está de comer tudo o que lhe aparecer pela frente, claro que com algum bom aspecto.
Bem capaz está de comer tudo o que lhe aparecer pela frente, claro que com algum bom aspecto.
Hábito
Sente-se mal, mas não quer parar. Ele não consegue parar de a tratar com palavras carinhosas. Carinho este que ele não sente por inteiro, mas já estava habituado a elas.
O seu pior erro não foi tê-la traído, foi tê-la como hábito.
O seu pior erro não foi tê-la traído, foi tê-la como hábito.
Favores
Maria precisa pedir mais um favor. Está nervosa. Já se deveria ter habituado! Afinal os seus três últimos anos foram preenchidos de favores, ou será que os favores prestados por parentes nao contam como tal?!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Certão ou Sertão?
Tudo se vai recompor, pensa Mariana positivamente. Ela sabe que no fim tudo dá certo. E o que não estiver bem certinho é porque ainda não chegou ao fim
Más notícias.
Ele sentia que o tempo dele estava a terminar. Sabia que à sua volta ela traria as más notícias. Tudo terminaria, sem que ele pudesse tentar explicar-se. Para ela é como se aquilo não tivesse nem sequer nunca começado, era-lhe difícil terminar algo que ela não sentira ter começado, algo que ela sabia que o faria sofrer desumanamente. Ele tinha que seguir em frente. Não podia parar por isto, suficiente foi o tempo que esteve parado por ela.
Vidinha é que não!
Ela odiava-se. Apesar de todas as circunstâncias,boas ou más ( e que tantas vezes bem más), gostava da sua vida. Nem tinha coragem de lhe chamar vidinha! Era VIDA, o seu bem mais precioso embora fosse aquele pelo qual não lutava.
Imprudências
Mariana estava tremendamente nervosa! Que asneira tinha cometido. Como pudera ter sido tão imprudente. Não se perdoava, tinha vontade de se punir. Só não sabia quem punir primeiro: se a Maria ou a Ana.
Por favor...
Ah ela está a gritar por dentro. Sente todas as partes do seu corpo em contorção.
Mariana tem medo, muito medo, mas ela é assim, agitada, precipitada. Tem que resolver esta situação que é só sua, mas depende dos outros, como ela detesta estas coisas, estes favores, estes por favores...
Mariana tem medo, muito medo, mas ela é assim, agitada, precipitada. Tem que resolver esta situação que é só sua, mas depende dos outros, como ela detesta estas coisas, estes favores, estes por favores...
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Mariana alegre
Ela está tão excitada! Vai ver a família de novo, o que é bom porque passará com eles apenas umas breves semanas, a vida toda é muito tempo.
Ai
Ela sentiu um arrepio percorrer-lhe todo o corpo. Já o sentira antes, mas nunca desta forma. Foi subindo lentamente, muito lento, quando chegou perto dos ombros espalhou-se pelos dois braços, quase que desmembrando-a. Acabando por lhe romper as pontas dos dedos e sair tão devagar que quase a deixou sem dedos.
Talvez...
E mais uma luz ao fundo do túnel. Talvez toda a insistência vá valer a pena. Ela só tem medo que ficar tremendamente feliz agora, a possa fazer algo infeliz depois. Mariana tem que pensar, mas não consegue, só ouve o seu coração.
Triste Insistência...
Ela continua a tentar, ainda que seja só de pensamento. Ela sabe que não deve, mas não consegue resistir à ideia...
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Carne
Da cozinha vinha um cheiro delicioso. Maria estava a cozinhar uma nova receita. Cresceu-lhe a água na boca de pensar que daí a uns minutos estaria a comer carne humana de garfo e faca.
O peso de viver um dia leve!
Num dia tão leve Mariana sentia-se tão pesada. Não sabia se era dela, ou do tempo, mas que estava pesada estava!
Ela sabia que estava quase a acordar. Sabia que ia ser dia em breve, então dormiu o mais que pôde, quando já não podia mais acordou, fechou os olhos e imaginou que estava a dormir. Quando estava já de cérebro cansado, aninhou-se mais ainda e voltou a dormir. Enquanto dormia, sonhou que era dia, acordou e continua a ser dia, fechou os olhos e dormiu o dia todo.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Almost going home, feeling that I had the best time ever and don't want to stop it now.
I'm going back home for good, full of feelings, of news, of life. So so full that I think I must stop living for a few days, just look around and think in everything I left in my backs, not in this end, but in this beginning.
I will never ever forget this four months that seems like one life. I experienced, learned and lived more in this time, than in the last three years.
Just want to come back here soon, and see my dear friends again. Yes, cause in 4 months I found that we can do strong and easy friendships...
I'm going back home for good, full of feelings, of news, of life. So so full that I think I must stop living for a few days, just look around and think in everything I left in my backs, not in this end, but in this beginning.
I will never ever forget this four months that seems like one life. I experienced, learned and lived more in this time, than in the last three years.
Just want to come back here soon, and see my dear friends again. Yes, cause in 4 months I found that we can do strong and easy friendships...
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
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